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“O sentimento é de que houve um reconhecimento significativo sobre a importância das PCHs [Pequenas Centrais Hidrelétricas] para ajudar no equilíbrio e na flexibilidade operativa do setor elétrico brasileiro, viabilizando uma retomada da indústria hidrelétrica,” destaca o diretor-executivo, Charles Lenzi.
Essa conquista, segundo Lenzi, projeta não apenas maiores investimentos e geração de emprego, mas também reforça o papel dessas centrais em fornecer energia limpa, renovável, despachável e mais barata ao consumidor, utilizando uma cadeia produtiva 100% nacional. Outro ponto de destaque foi a prorrogação dos contratos PROINFA, que proporciona continuidade a ativos importantes e contribui para a redução das tarifas de energia.
Para a gestão que se inicia, sob a liderança dos reeleitos José Guilherme Antloga Nascimento (presidente) e Caetano Kraemer (vice-presidente), a pauta prioritária será a sustentabilidade do setor elétrico brasileiro.

Com a confirmação do leilão de centrais hidrelétricas de até 50 MW para 2026, a Abragel se concentrará em duas grandes preocupações que podem limitar o sucesso dos novos projetos: A entidade priorizará as tratativas para assegurar a infraestrutura necessária que comporte o escoamento e a conexão dos novos empreendimentos que serão viabilizados pelo leilão de 2026. Além disso, serão intensificadas as negociações para lidar com o plano emergencial de cortes de geração que afeta as Usinas tipo III, buscando estabilidade operacional e financeira para as associadas.
Lenzi conclui, reforçando a visão de longo prazo da entidade: “A Abragel olha para frente e reconhece que há muito a avançar, de modo a garantir projetos de qualidade e a modernização do setor.” O evento também marcou o lançamento da nova identidade visual da associação.


