LEIA NA PRÓXIMA EDIÇÃO DE HYDRO BRASIL

O Brasil é destaque  globalmente na transição energética. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o país finalizou o ano de 2023 com mais de 83% da capacidade instalada de geração por usinas renováveis, enquanto o índice mundial foi de aproximadamente 20%. De acordo com os dados do ONS, o Fator de Emissão de CO2 pela geração de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional do Brasil foi de 0,039 t CO2/MWh, mais de sete vezes menor que a média das nações europeias. O país também é um dos líderes mundiais na produção de biocombustíveis, com a produção de etanol e biodiesel.

Em ano desafiador, Sultec Engenharia concentra crescimento em segurança de barragens

Com uma série de serviços nos estados da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a Sultec Engenharia e Geotecnia, de Itapema (SC) encerrou o exercício do ano passado nos mesmos níveis de demanda do ano anterior. A segurança de barragens foi o item que apresentou maior procura seguida de recuperação estrutural e impermeabilizações.

Leia na edição de dezembro de Hydro Brasil

Andritz introduz no Brasil soluções para UHE mitigar oscilações de fontes intermitentes A integração de novas energias renováveis, como a eólica e solar, representa um novo desafio em relação à estabilidade da rede elétrica. O padrão intermitente das novas energias renováveis ​​necessita de sistemas capazes de compensação de reativos e, dessa forma, garantir o controle […]

Ricardo Abrahão questiona a forma como as barragens estão sendo calculadas

Com a experiência de 52 anos, em que colaborou em mais de uma centena de obras de infraestrutura e recursos hídricos, entre elas Água Vermelha, Itaipu, Xingó, o geólogo Ricardo Abrahão questiona a forma como a estabilidade das barragens está sendo calculada, o que implicaria em ajustes a serem definidos por futura norma da ABNT.

O potencial das PCHs na produção de hidrogênio verde

No Brasil, o desafio enfrentado pelas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) reside na inviabilidade econômica, impulsionada pelo atual cenário de baixos preços da energia, crescentes custos de implementação e elevadas taxas de juros.