Brasil depende de hidrelétricas para se manter como potência em energia renovável, diz a Abragel

O Brasil só consegue ser uma potência em energia renovável com uma proporção de 48%, indicador mais de três vezes superior ao mundial, porque tem nas hidrelétricas a sua grande bateria, afirmou Charles Lenzi, presidente da Abragel, ao comentar o projeto assumido pelo Brasil no Acordo de Paris que prevê neutralizar 100% das suas emissões até o ano de 2050.
Luis Nuno Machado Cardoso é o novo CEO da Eletrisa que prevê dobrar o faturamento até 2025

Luis Nuno Machado Cardoso, 47 anos, nascido em Portugal, formado em administração de empresas com mestrado em finanças, assumiu em 18 de fevereiro passado, em assembleia de acionistas, o cargo de CEO do grupo Eletrisa, de Blumenau (SC). Até então, a empresa era comandada por Olinto Silveira, um dos sócios fundadores que aos 70 anos passa a fazer parte de seu Conselho de Administração.
Cemig lançou edital para venda em leilão público de 15 PCHs com 41,2 MW de potência instalada

A Cemig lançou edital para alienação, mediante realização de leilão público, de um conjunto de 15 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), com capacidade total de 41,2 MW. Será leiloado um lote único, composto de ativos da Cemig GT e da Horizontes Energia S.A., sua subsidiária integral, localizados em Minas Gerais e em Santa Catarina.
GSF – A questão primordial para estabilidade do setor elétrico

O GSF, sigla em inglês que significa Generation Scaling Factor, é um fator que estabelece a relação entre o volume de energia efetivamente produzido e a soma da garantia física das usinas que compõem o Mecanismo de Realocação de Energia (MRE), através desse fator a garantia física de cada usina é mensalmente ajustada, de modo que o risco hidrológico do sistema seja proporcionalmente alocado para cada usina hidrelétrica.
Fonte hídrica respondeu pela metade dos 22 milhões de I-RECs emitidos no país em 2002

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Tamboril, de 15,8MW, localizada no rio São Bartolomeu, município de Luziânia (GO), foi uma das unidades da Tradener que recebeu o certificado I-REC de fonte de energia renovável. A comercialização foi feita com a Aker Solutions, que opera duas unidades consumidoras e comprou certificados equivalentes à energia consumida no período de maio a dezembro deste ano, totalizando 1.754 I-RECs.
Brasil registra a maior produção de energia limpa dos últimos 12 anos

O Brasil registrou, no primeiro trimestre de 2023, a maior produção de energia limpa dos últimos 12 anos. Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), mais de 90% da energia gerada e utilizada pela sociedade foi produzida a partir de fontes renováveis – hidráulica, eólica, biomassa e solar, o que não acontecia desde 2011.
Demanda de investidores e de projetos contemplados em leilões turbinam receitas da SEMI Industrial

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) São Luís, de 30 MW, pertencente à SPE Tito Produtora de Energia Elétrica Ltda., em construção no rio Chopim, entre os municípios de Clevelândia e Honório Serpa (PR), será detentora de três das maiores turbinas Francis, de rotor simples e eixo horizontal, instaladas no Brasil em termos de dimensões, produzidas pela SEMI Industrial Ltda., de São José dos Pinhais (PR).
ESG e a Black Rock

O ESG (Environmental, Social and Governance) é um termo que se popularizou nos últimos anos como uma forma de medir o desempenho das empresas em relação a aspectos ambientais, sociais e de governança.
O planejamento do setor elétrico é indelegável

Qualquer sistema elétrico é um universo complexo. No Brasil é mais complexo ainda. Temos um sistema interligado com mais de 84 milhões de unidades consumidoras, quase 200 GW de potência instalada, com consumo médio de 80 GW e mais de 160 mil km de linhas de transmissão, atualmente com mais de 25% da potência instalada de geração através de fontes intermitentes.
Investimentos privados podem viabilizar a construção de novas hidrelétricas, diz Gil Maranhão

Apesar de um cenário nada animador para uma fonte que, na década de 1990, representou 87% da matriz elétrica brasileira e que se reduziu para 56%, segundo dados do Balanço Energético Nacional (BEN), do ano passado, a indústria de hidrelétricas ainda não jogou a toalha.