Hidroenergia projeta alta de 30% em 2026 impulsionada pelo Leilão A-5

Após consolidar um crescimento de 25% no último ano, a Hidroenergia, de Ijuí (RS), estabeleceu uma meta de expansão acima de 30% em 2026, amparada tanto nos contratos já firmados quanto no pipeline em desenvolvimento.
SEMI avança na execução de contratos do Leilão A-5 e foca em IA para consolidar retomada em 2026

O mercado brasileiro de PCHs vive um momento de reaquecimento estratégico. Após o Leilão A-5, realizado em agosto de 2025, o setor industrial começa a desenhar seu cronograma de produção para os próximos anos. Para a SEMI, de São José dos Pinhais (PR), o cenário é de crescimento sustentado, com um incremento de faturamento na casa dos 30% ao ano.
Atiaia Renováveis acelera obras em Goiás e projeta economia de 5% com sinergia entre UHE Estrela e PCH Taboca

Com 50% das obras concluídas e investimento estratégico no Rio Verde, companhia consolida protagonismo no setor hidrelétrico e foca em qualidade de ativos para expansão.
A rede elétrica do futuro: a geração de valor está na capacidade de operar a complexidade, dados, automação e inteligência

A rede elétrica do futuro não está em uma transição gradual, tecnológica e tranquila. A realidade é dura, o setor elétrico brasileiro não vive uma transição suave, mas uma mudança abrupta e estrutural.
Electra planeja investir R$ 40 milhões para modernizar usinas cinquentenárias adquiridas da Copel

Um ano após consolidar a aquisição de um lote de PCHs e CGHs da Copel, a Electra anunciou um robusto plano de investimentos para o próximo triênio. A companhia destinou um aporte de R$ 40 milhões para reabilitar, automatizar e potencializar as unidades.
Nova resolução ambiental acelera licenciamento da CGH Nova Geração em Toled

A CGH Nova Geração, de 1,6 MW de potência, uma das quatro CGHs vencedoras do Leilão A-5 do ano passado, localizada no rio São Francisco Verdadeiro, próximo ao município de Toledo (PR), teve como base um inventário produzido em 2016, o qual irá resultar em uma usina que aproveita uma queda d’água natural para a produção de eletricidade.
Setor elétrico 2025: entre a abundância de recursos e a escassez de segurança jurídica

O encerramento de 2025 consolida um período particularmente sensível para o setor elétrico brasileiro. O ano foi caracterizado por uma elevada instabilidade regulatória, crescente insegurança jurídica e uma persistente ausência de coordenação entre as políticas energética, climática e o planejamento setorial. Embora o discurso oficial permaneça alinhado à transição energética e à descarbonização, o conjunto de normas, atos infralegais e decisões administrativas adotadas ao longo do ano produziu efeitos que caminham na direção oposta: aumento de riscos sistêmicos, elevação de custos e perda de previsibilidade para investidores e consumidores.
Due diligence da GeoEnergy dispara 50% em meio à forte negociação de ativos de PCHs

A GeoEnergy Engenharia, de Florianópolis, do setor de engenharia consultiva para o mercado de energias renováveis e infraestrutura, registrou um aumento de 50% na demanda de due diligence nos últimos anos, em comparação a anos anteriores. “O crescimento reflete a forte negociação de ativos em operação, ou em desenvolvimento,” informou Marcelo Gasparetto, diretor-executivo da empresa, à Hydro Brasil.
Abragel foca em escoamento e sustentabilidade após conquistas de 2025

Após um ano de vitórias significativas, que garantiram ao segmento a retomada dos leilões para centrais hidrelétricas de até 50 MW, a Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel) volta seu foco para os desafios de infraestrutura e equilíbrio regulatório do setor elétrico. As pautas foram definidas na Assembleia Geral que celebrou os 25 anos da entidade.
Thymos propõe mudança estrutural no setor elétrico com redução de custos

A Thymos Energia, uma das principais consultorias especializadas no setor elétrico brasileiro, está propondo uma mudança estrutural nos modelos de operação e formação de preços de energia do país. A proposta, detalhada no estudo “Novo Paradigma da Operação (NPO)”, tem o potencial de reduzir os custos operacionais em até 50%.