A Lei 15.269/2025: A reabilitação das hidráulicas na segurança elétrica brasileira

A Lei 15.269/2025 inaugura um novo ciclo para geração hidráulica de pequeno porte no Brasil. A lei trata de uma medida estrutural, desenhada para resolver o problema da expansão acelerada das fontes renováveis intermitentes e da micro e minigeração sem a correspondente expansão de potência firme e geração síncrona.
O licenciamento ambiental ainda é o grande gargalo das PCHs

Agora que a MP 1304 foi sancionada em Lei nº 15.269/2025, vamos nos organizar para participar da regulamentação da lei pela Aneel. Teremos um leilão pela frente que será importantíssimo para nosso segmento, com suprimentos em 2031, 2032 e 2033. Vamos nos organizar junto às tratativas com os órgãos ambientais.
Tradener sugere expansão das linhas de transmissão das distribuidoras nas regiões próximas aos rios para viabilizar projetos de PCHs menores

A Tradener, de Curitiba, primeira comercializadora do país a entrar em operação no mercado livre, possui dois projetos de PCHs de 30 MW em Goiás que dependem diretamente da viabilidade de conexão para serem habilitados em futuros leilões de energia. De acordo com o CEO, Guilherme Ávila, ao tentar cadastrar esses empreendimentos para o leilão A-5, deste ano, a empresa foi notificada de que não haveria escoamento disponível.
Celesc anuncia o maior investimento de sua história com o projeto da PCH Canoas, de 30 MW

A Companhia de Eletricidade de Santa Catarina (Celesc) anunciou a aquisição do projeto da PCH Canoas, um empreendimento que representa o maior investimento em geração de energia de sua trajetória, com um aporte previsto de aproximadamente R$ 300 milhões.
Plano de expansão da Celesc Geração prevê um aumento de 64% de capacidade instalada nos próximos 10 anos de seu acervo de PCHs

O plano de expansão do parque gerador da Celesc prevê um aumento de 64% de capacidade instalada nos próximos 10 anos de seu acervo de PCHs. Em sua carteira consta o projeto de ampliação da usina Salto, em Blumenau, passando de 6,28 MW para 29,28 MW, que possui LI e aguarda a emissão da outorga pelo Ministério de Minas e Energia (MME).
Da Rio-92 à COP-30_ Três décadas entre o ideal e a realidade da política energética brasileira

A realização da COP-30 no Brasil, agora já concluída, reabriu um debate necessário sobre a evolução — ou a falta dela — da política energética e climática brasileira. Mais de três décadas após a Rio-92, desde a criação da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, passando pelo Protocolo de Quioto, pela COP-15 em Copenhague e pela Rio+20, o país alternou momentos de protagonismo diplomático com decisões internas erráticas e pouco estratégicas. A transição energética avançou no discurso, mas permaneceu lenta e fragmentada em sua execução. Examinar essa trajetória exige não apenas a análise dos dados da matriz energética brasileira, mas também a consideração das experiências práticas acumuladas em projetos pioneiros de descarbonização — como os primeiros projetos de MDL do início dos anos 2000.
AGPCH promove evento A força das PCHs na reconstrução do Rio Grande do Sul

No dia 26 de novembro de 2025, Porto Alegre sediará o evento A força das PCHs na reconstrução do Rio Grande do Sul promovido pela AGPCH (Associação Gaúcha de Fomento às Pequenas Centrais Hidrelétricas).
Meta prioritária da AGPCH é a retomada da cadeia setorial gaúcha

A Associação Gaúcha de PCHs (AGPCH) estabeleceu como meta prioritária a retomada da cadeia setorial gaúcha de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). Este objetivo pretende reativar as empresas locais de engenharia e fabricantes de equipamentos como fornecedores predominantes.
Como a MP do setor elétrico promete transformar municípios com mais economia e IDH, segundo a Abragel

A Medida Provisória (MP) 1304/2025, que prevê a contratação de 3.000 MW de centrais hidrelétricas de pequeno porte, aprovada pelo Congresso Nacional no final de outubro, ainda dependente de sanção presidencial, promete um volume de investimentos de cerca de R$ 40 bilhões e a geração de até 180 mil empregos diretos e indiretos nos próximos anos.
PCH Beira Rio completa 85% de execução física e deve iniciar geração em março de 2026

Um dos maiores projetos de fonte hídrica em execução no país, a PCH Beira Rio, situada no rio Jaguariaíva, entre os municípios de Jaguariaíva e Sengés (PR), atingiu, em outubro, um avanço físico geral de 85%. Com potência de 18,15 MW, a usina tem previsão de início de geração para março de 2026. Com um desenho como de uma UHE, a usina terá duas casas de força.